Um conto sobre os contrastes do ano (de tantos tons humanos) - Semana #014
Linhas de alerta
O futuro sem rumo nos ronda como névoa sem extremos, nos amedronta como espectro sem nexo:
Estaremos sempre em estagnação se pensarmos como pessoas completas e perfeitas.
Deveríamos viver com a vontade da nossa verdade e voar sem nos aterrorizar e aterrissar,
Mas como manter as asas leves ante a leviandade que vigia e ameaça as escolhas alheias?
O senso comum circunda e sitia sensibilidades e comandos;
Com notícias enosadas por distintas e distantes noções, o meio é a opinião, a mensagem é o ódio.
"Pedestres perdidos em preces repetidas se repreendem demais e não tentam decolar", ela delineava.

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